COMEÇOU – OITO NAÇÕES PEDEM REUNIÃO URGENTE DO CONSELHO DE SEGURANÇA PARA FALAR SOBRE JERUSALÉM

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Olá questionadores.

Hoje é um dia de festa para o povo judeu, cristãos e simpatizantes do estado de Israel. Há muito tempo era esperada a tomada de decisão quanto a devolver completamente Jerusalém ao povo judeu, a reconhecer oficialmente Jerusalém como capital INDIVISÍVEL de Israel, a eterna capital do povo judeu.

Hoje tivemos a comprovação de que as escrituras estão se cumprindo, hoje vimos mais um capítulo desta jornada para a redenção.

Agora estamos acompanhando algumas nações do mundo destilando o seu ódio e tentando levar o mundo ao caos por mero ego, pois querem tomar Jerusalém de qualquer maneira.

Veja a matéria a seguir que saiu na mídia.

Órgão decisório da ONU se reúne na sexta-feira para debater reconhecimento da cidade

NOVA YORK – Oito países pediram nesta quarta-feira uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU depois que os Estados Unidos anunciaram o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel. Bolívia, Egito, França, Itália, Senegal, Suécia, Reino Unido e Uruguai conseguiram convocar a reunião do órgão decisório para a manhã de sexta-feira.

O corpo executivo das Nações Unidas deve considerar outros assuntos a partir das 15H00 (13h de Brasília) e a questão de Jerusalém será debatida depois, afirmou uma fonte do governo japonês.

Milhares de palestinos se reuniram em Gaza para protestar contra a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, levando consigo bandeiras da nação. O partido político Fatah convocou uma greve geral para a quinta-feira, segundo a imprensa local. Já o Hamas pediu mais marchas contra o presidente americano. Antes mesmo do anúncio do presidente americano, grupos se reuniram na Cisjordânia e queimaram fotos do presidente americano, do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, cartazes com bandeiras israelenses.

As embaixadas americanas na Jordânia e na Turquia também foram alvos de protestos. Manifestantes se reuniram em Amã e também em frente ao consulado dos EUA em Istambul e a embaixada na capital turca, Ancara. A representação diplomática americana em Amã suspendeu seus serviços na quinta-feira e pediu aos seus funcionários que não levassem seus filhos para a escola. Os diplomatas americanos já haviam sido alertados pelo governo para evitarem andar na Cidade Velha de Jerusalém e na Cisjordânia, por causa das manifestações marcadas pelos palestinos até sexta-feira.

Manifestantes queimam bandeiras dos EUA em Belém, na Cisjordânia – MUSA AL SHAER / AFP

O status de Jerusalém deve ser decidido por uma “negociação direta” entre israelenses e palestinos, declarou nesta quarta-feira o secretário-geral da ONU, António Guterres, reiterando que sempre foi “contra toda medida unilateral”.

“Não há alternativa à solução de dois Estados” com “Jerusalém como capital de Israel e Palestina”, acrescentou Guterres.

REAÇÃO INTERNACIONAL

O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, imediatamente após a decisão entrou em contato com o presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi. Abbas afirmou que os EUA “perderam seu papel mediador na construção da paz” e encorajam os assentamentos e ocupação israelenses em territórios palestinos. Já o secretário geral da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Saeb Erekat, disse que a decisão de Trump “destrói qualquer oportunidade para a solução de dois Estados”.

Ismail Radwan, um dos líderes do grupo radical palestino Hamas, falou a repórteres na Faixa de Gaza, pedindo aos países árabes e muçulmanos que “reduzam os laços econômicos e políticos” com as embaixadas dos Estados Unidos e expulsem os embaixadores americanos.

“Trump abre as portas do inferno para os interesses americanos na região”, disse o Hamas em nota, chamando a decisão de “tola”.

entenas de pessoas participam de protestos em Istambul, na Turquia, contra a decisão de Donald Trump que reconhece Jerusalém como a capital de IsraelFoto: YASIN AKGUL / AFP

Mais cedo, facções palestinas convocaram três dias de protestos.

“O reconhecimento do governo americano de Jerusalém ocupada como a capital da ocupação e a transferência da embaixada para Jerusalém ultrapassam todas as linhas vermelhas”, declarou o líder do Hamas, Ismail Haniyeh, em nota. A ANP alegou que a decisão acabaria de vez com as conversas de paz, congeladas há tempos, e a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) afirmou que Trump desqualificaria o papel dos EUA na mediação do conflito. Em Israel, a resposta foi de cautela: o premier Benjamin Netanyahu pediu aos ministros que não fizessem declarações públicas, e o governo negou-se a comentar a decisão.